IMPULSIVIDADE NÃO COMBINA COM ASSERTIVIDADE, porque é tão importante saber o que fazer, quanto e como fazer?

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Será possível construir, sem destruir?, Ou destruir menos?

Já se perguntou o quanto pode estar agindo de forma impulsiva e pouco assertiva?

Quantas decisões tomamos sem pensar, ou quantas decisões não tomamos, por que pensamos demais, quantas vezes pagamos preços altos pela ausência de estratégias adequadas, saudáveis e sustentáveis.

Viver o hoje bem, para não temer o amanhã, com uma visão mais nítida, real possível, com um sentido certo e princípios bem definidos, com vontade ajustada, vontade própria e sem mutilações. Sim por que temos o direito, de sermos como somos e não como a marcha do mundo comanda. Andar com a turma tem um preço, também andar fora da curva tem seu preço. Qualquer de nossas escolhas será justa, se fizer sentido pra nós.

Temos nossos próprios pés e também nossas próprias cabeças, podemos então escrever nossas próprias histórias, podemos inventá-las, reprogramá-las e curti-las.

O mundo tem nos imposto novas formas de pensar, porém não nos permite o verdadeiro original, nossa liberdade é pequena diante dos moldes que já nascemos e crescemos.

É muito difícil quando se percebe que viveu a vida errado, que trabalhou, errado, que amou errado, que acreditou nas coisas erradas e que não teve a oportunidade de parar e pensar que poderia ter sido diferente, as vezes quando ainda se é muito jovem falamos que faríamos tudo igual, mas a idade, a experiência chega aos poucos e sussurra em nossos ouvidos faça diferente do que fez. Com um pouco mais de força, com um pouco mais de coragem, com um pouco mais de verdade, para si e para os outros.

O fato é que já a sombra de algumas rugas e uns poucos cabelos brancos que ameaçam chegar já trazem uma pequena soma de páginas já vividas que pedem novos contornos e novos fins.

Hoje eu sei que faria muitas coisas diferentes, mas com a mesma intensidade, sim por que esta é a diferença da vida, a INTENSIDADE

O pensamento estratégico nos faz parar, pensar em nossas forças, nossas fraquezas, fazer um diagnóstico de nossas ações, de nossa história, de nossa vida, um balanço dos resultados que tivemos, as coisas que partilhamos. É nesse momento que temos a chance, quase única de acreditar novamente, em nós, e viver momentos diferentes, com muita intensidade.

Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar a nós, podemos ser diferentes, podemos acreditar e agir diferente conosco e com as pessoas ao nosso redor.

Podemos deixar que as coisas surjam com muito mais alegria, sem sequer nos preocupar se nosso riso irá incomodar, por que desaprendemos algumas coisas e deixamos de modular tudo e rotular tudo, aí o novo há que surgir.

Somos tão inteligentes e tão confusos, tão realizados e tão infelizes, porque nos preocupamos em pesar afeto, dor, felicidade, compromisso e outras coisas, mas na vida o único peso existente deveria ser o ar, para que no andar pudéssemos ir ainda mais longes, sermos ainda melhores, crescer em corpo, alma e espírito.

Estratégia para quê e por quê? Pensam sempre as pessoas, mas não usam sempre, porque não dominam sempre a si e suas vontades, onde falta o controle, aí falta a estratégia.

Uma forma de fazer as coisas darem certo, através de informações, forças e fraquezas, mas principalmente uma visão clara da realidade dos fatos e das pessoas envolvidas nos fatos.

Quantas formas de pensar administram o mundo? Será que o pensamento, ou os pensamentos humanos acompanham seus sentimentos?

Executivos e executivas cada vez mais indagam a respeito das perguntas eternas na história da humanidade e seu desenvolvimento. Basta acompanhar a vida das grandes pessoas que deixaram suas marcas registradas na história.

Será preciso fazer uma escolha, uma não, várias escolhas, será preciso escolher o rítimo.

Ainda que muitos não falem, não percebam, ou se quer se interessem pela necessidade humana latente em todos os seguimentos, mercados. Não é uma questão cultural, de que estamos falando, é uma questão filosófica, é uma questão humanitária, é uma questão mundialmente deixada para depois, que vira numa doença crônica despercebida pelo capitalismo, tido como um mal necessário, horas como se precisasse-mos de um câncer para vivermos bem com nossos talentos e nossa mansa criatividade.

Será que estas novas formas de pensar nos agregam valor? Será que estaremos preparado para mudar tanto e tão rápido com de determina, não como a natureza humana seria harmoniosamente capaz, mas como se nomeia o mundo nos negócios de sucesso. Compulsão e ansiedade generalizada e cada vez mais instigada? Valias a que preço, sucesso a que preço, vida pós vida? Ninguém terá esta certeza.

O predomínio dessa mentalidade, seguir as regras do sucesso o quanto mais rápido, acaba por inibir a capacidade pela verdadeira felicidade, o verdadeiro afeto e é claro a verdadeira e inteira conquista.

O mundo tem seus próprios problemas para ficar resolvendo os nichos que ser humano cria. As pessoas têm e fazem problemas, e os deixam sem solução, para o mundo resolver, e de mão em mão passam e aumentam e se transformam e se calam e se mutam e se cansam de existir e pairam entre a humanidade como algo normal, por que perdemos a capacidade de viver de verdade, somo apenas levados pelo que nos foi ensinado, e nós aprendemos que devemos seguir o rumo das coisas e do desenvolvimento, mesmo que seja rumo a destruição. Dos nossos valores, vidas, alegrias, ficamos com nossas meias verdades e suspiramos pelas nossas meias conquistas.

Nossos afetos se vão, nossa harmonia foge de nós, nosso corpo sofre e se esvai, nosso pensamento se esvazia, cai. Esperando alguém, aí percebemos que todo esse desequilíbrio busca o próprio equilíbrio e que muitas vezes é hora e ainda é tempo de voltar.

Esse mundo moderno, pós-moderno, contemporâneo, esse mundo novo.

Adm. ROBERTA GALVANI DE CARVALHO. Consultora Estratégica e  Master Coach, estudiosa do comportamento humano, desenvolve pessoas e empresas para o aumento de performance. www.galvanicarvalho.com.br – (63) 999731389.

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